O AMANHÃ É PARA SEMPRE (Tomorrow Is Forever, 1946)

Um soldado americano da Primeira Guerra Mundial, cujo rosto desfigurado é reconstruído por cirurgiões plásticos austríacos, volta para casa depois de vinte anos, mas ninguém o reconhece, sua viúva é casada com outro homem e seu filho é um jovem adulto. Diretor: Irving Pichel Escritores: Gwen Bristow (por), Lenore J. Coffee (roteiro) (como Lenore Coffee) Estrelas: Claudette Colbert, Orson Welles, George Brent | Ver

O AMANHÃ É PARA SEMPRE (Tomorrow Is Forever, 1946)

R$35.00Preço
  • Elizabeth MacDonald (Claudette Colbert) é uma bibliotecária corporativa recém-casada em 1918 em Baltimore, trabalhando para uma empresa química de propriedade da família Hamilton e administrada por Larry Hamilton (George Brent). No momento em que está comemorando o armistício e antecipando o retorno de seu marido John (Orson Welles), ela descobre que ele foi morto em combate, poucos dias antes do cessar-fogo. Grávida de seu filho e sozinha no mundo, ela é acolhida por Larry Hamilton, que a amou de longe e é movido pela simpatia por sua situação. Ela tem seu filho, um menino chamado Drew, e ela e Larry se casam, criando o filho como se fosse seu e nunca contando ao menino sobre seu pai verdadeiro. Enquanto isso, em um hospital austríaco, um oficial americano terrivelmente ferido e desfigurado (Welles), sem qualquer identificação, insiste com o médico que o trata (John Wengraf) para que ele morra. O médico salva sua vida, mas o choque dos ferimentos e o desgaste da recuperação fazem com que ele perca a memória e acabe adotando uma nova identidade. Corta para 1939 e a eclosão da Segunda Guerra Mundial na Europa. Drew (Richard Long) está prestes a se formar na faculdade e quer se juntar aos irmãos da fraternidade, que planejam ir para o Canadá, inscrever-se na Força Aérea Real Canadense e seguir para a Inglaterra para voar contra os alemães. Drew ainda não tem 21 anos e precisa da permissão de seus pais, mas Elizabeth fica horrorizada com a ideia de perder Drew para a guerra da mesma forma que perdeu John. Em sua família chega um visitante, Erich Kessler (Welles), um refugiado austríaco aleijado e enfermo e especialista em química contratado pela empresa de Hamilton, que chega a Baltimore com sua filha Margaret (Natalie Wood). Kessler começa a reconhecer lugares na cidade, incluindo a casa onde Elizabeth morava, e quando eles se encontram, apesar de seu desconforto por ter um veterano do exército austríaco em casa, ela faz o possível para recebê-lo. Elizabeth também começa a notar pequenos aspectos de Kessler que a lembram vagamente de John. Mas por mais que ela seja assombrada por essas estranhas semelhanças, ela fica chocada quando Kessler parece encorajar Drew a perseguir seu objetivo de lutar contra os nazistas. Mesmo a presença de Kessler em sua casa, apesar de sua maneira cordial e respeitosa, é um vexame para Elizabeth, trazendo o horror da guerra e o que os nazistas representam em seu meio e tornando Drew ainda mais fervoroso em seu desejo de se juntar e lutar. Quando Margaret exibe terríveis medos e pesadelos, descobre-se que ela não é realmente a filha de Kessler, mas a filha do médico que salvou sua vida (ele e sua esposa foram executados pelos nazistas). Larry, por sua vez, deve ficar de fora, sem saber da verdadeira identidade de Kessler e incapaz de resolver o conflito entre sua admiração pelas intenções de Drew e seu amor por sua esposa. Quando Drew decide ignorar os desejos de seus pais e ir para o Canadá e se alistar sem sua permissão, Kessler o segue e o impede (apesar de sua própria condição debilitada), e traz o jovem para casa. Um confronto ocorre após o retorno deles, e Kessler explica a ela que, quem quer que ela pense que ele possa ter sido, o passado já passou. Elizabeth encontra força e coragem para enfrentar o futuro, a chegada da nova guerra e o que ela pode trazer.

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